terça-feira, 21 de abril de 2009

GRANDES PÉROLAS DO FUTEBOL

PARTE 2

'A bola ia indo, indo, indo... e iu!' (Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)

'Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.' (Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)

'Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.' (Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)

'No México que é bom.. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.' (Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)

'Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.' (Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção)

'O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente.' (João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)

'Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.' (Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)

'Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático..' (Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)

'O difícil, como vocês sabem, não é fácil.' (Vicente Matheus)

'Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão.' (Vicente Matheus)

'O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.' (Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses)

' 600 é com c ou com s? Faz o seguinte escreve dois 300' (Vicente Matheus)


*FONTE: DANIEL PEREIRA

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